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Quinta, 17 Setembro 2020 13:53

seleção

Seris realiza a 42ª seleção para ingresso no Núcleo Ressocializador da Capital

Unidade é referência no país por política de reinserção social por meio do estudo e trabalho

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Reunião na sede da Seris debateu novo processo de seleção para o Núcleo Ressocializador Reunião na sede da Seris debateu novo processo de seleção para o Núcleo Ressocializador Mayara Wasty
Texto de Mayara Wasty

A Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) concluiu, nesta quinta-feira (17), a 42ª seleção para admissão de novos internos no Núcleo Ressocializador da Capital (NRC). Ao todo, 67 reeducandos de várias unidades prisionais participaram do processo seletivo para ingressar na unidade. O NRC é referência no país no que se refere à gestão prisional por sua política de reinserção social por meio do estudo e do trabalho.

Para ingressar na unidade, os reeducandos são avaliados por uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo e assistente social, reunindo, ainda, membros da gerência da unidade, setor jurídico e divisão de inteligência. Após ser considerado apto por todas as partes, o reeducando passa pelo processo de acolhimento na unidade, recebendo todas as regras e instruções de funcionamento do NRC.

Já os que são reprovados por no máximo um integrante da comissão de avaliação podem se submeter a uma reavaliação, tendo, com isso, uma nova chance de ingressar no presídio.

“Também há o acolhimento da família para o fortalecimento do vínculo afetivo. Neste encontro, todas as normas da unidade são repassadas. Afinal, precisamos da parceria com a família para a plena adaptação dos reeducandos”, explica a chefe da unidade, policial penal Larissa Vital.

O presídio tem capacidade para 157 reeducandos, mas este número nunca foi preenchido justamente pelas regras rígidas de adesão. Além disso, os presos que aceitam participar do projeto devem, necessariamente, trabalhar e estudar.

“Existe uma grande expectativa nas unidades prisionais em torno do ingresso no NRC. As pessoas que realmente querem estudar e trabalhar, ter uma mudança de vida real, desejam estar nesta unidade e passar pela experiência de ressocialização que ofertamos”, reforça Vital.